Março mostrou como streaming evoluiu: protocolos, codecs e players formam um sistema único. E o edge virou peça central — não só cache, mas lógica, segurança e IA perto da fonte e do usuário.
O caminho é claro: menos latência, mais automação e uma operação guiada por dados de QoE.
- Escolha de protocolo por objetivo (compatibilidade vs. tempo real).
- Codec e ladder ajustados ao público.
- CDN e edge para escala global.
- Observabilidade de QoE e saúde do sistema.
- IA no edge para eventos e metadados úteis.
Vídeo virou uma plataforma — e a borda é onde tudo acelera.